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OS CORDÕES NA CAPOEIRA

Sistema adotado pela CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA reconhece onze divisões de cor entre aluno e mestre.

O sistema de graduação na capoeira surgiu com Bimba, na regional, mas ainda sem os cordões. O mestre baiano fez uma diferenciação entre aluno e formado, marcada com as cores de lenço usado no pescoço. O amarelo designava o aluno especializado e o vermelho era a última cor a ser atingida. Numa excursão muito mais pôr questão estética, foram amarradas fitas na cintura, a partir daí começou a difundir-se o hábito de dividir os níveis de aprendizado a partir da cor do cordão. Muitos sistemas de cordão foram criados e foi a FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE PUGILISMO, primeira entidade regulamentadora da capoeira, que inseriu a graduação reconhecida hoje pela CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CAPOEIRA, baseada nas cores da bandeira brasileira.

VERDE
AMARELO
AZUL
VERDE - AMARELO
VERDE - AZUL
AMARELO - AZUL
VERDE - AMARELO - AZUL
VERDE - BRANCO
AMARELO - BRANCO
AZUL - BRANCO
BRANCO

O aluno iniciante não usa cordão, ao ser batizado ele ganha o primeiro cordão, verde, e passa para o segundo estágio, nos 05 primeiros anos de estudo o aluno vai do cordão verde ao amarelo-azul. A partir do cordão verde-amarelo-azul o capoeirista é considerado formado, com mais dois anos de estudo torna-se monitor. A partir de então a cada cinco anos ele pode passar de nível, tornando-se professor, contra-mestre e por fim MESTRE, já com 22 anos de capoeira.
Nem todos os grupos seguem essa regulamentação da CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA, existem, portanto muitos outros sistemas de cordão, o que dificulta a unificação dos níveis.